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Crédito consignado deve subir até 8% este ano em relação a 2016

O crédito consignado deve subir até 8% este ano em relação a 2016, impulsionado pelo baixo risco e taxas mais competitivas é a aposta dos bancos

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O crédito consignado deve subir até 8% este ano em relação a 2016, impulsionado pelo baixo risco e taxas mais competitivas. A linha também deve ser a principal aposta dos bancos para amortizar os altos índices de inadimplência.

Dados do Banco Central (BC) mostram que as concessões do crédito consignado recuaram 9,1% no ano passado na comparação com 2015, saindo de R$ 132,6 bilhões para R$ 120,5 bilhões.

Um cenário bem diferente do visto no começo de 2017. Somente em janeiro, o consignado avançou 21,1% sobre igual mês do ano passado, para R$ 10,8 bilhões. Na comparação com dezembro houve alta de 14,4%.

“A perspectiva para 2017 é um de aumento entre 3% a 8% do consignado, incentivado tanto por parte do consumidor, que tem taxas mais baratas, como pelo lado dos bancos, que querem o custo baixo e o menor risco de inadimplência”, identifica a gerente de operações da Access no Brasil, Mônica Kohler.

Nesse sentido, enquanto para o tomador a média das taxas está em 29,6% ao ano, o credor tem índice de inadimplência acima de 90 dias inalterado em 2,3% há mais de um ano.
Consignado deve subir até 8% este ano em relação a 2016

 

Segundo superintendente executivo de pessoa física, produtos de crédito e consignado do Santander, Eduardo Jurcevic, é a sustentabilidade desse crédito para os bancos – até como estratégia para amortizar a inadimplência – que impulsionará o empréstimo para “o maior crescimento entre todas as linhas oferecidas”.

“É o que ajuda o cliente a pagar, e o banco a receber. Com certeza é a linha na qual mais vamos apostar ao longo de 2017, dando prioridade na oferta sempre que possível”, sinaliza o executivo.

Segundo ele, por mais que a perspectiva de melhora da economia já resulte numa maior demanda para outras linhas, o consignado ainda será a “referência na assessoria de crédito” do Santander.

“Nós incentivamos porque não adianta oferecer dosagem homeopática em um ambiente onde as pessoas precisam de um antibiótico para sanar suas dificuldades”, completa.

Para vice-presidente comercial da Zetra, Flávio Náufel, o desconto diretamente na folha de pagamento é o que dará “margem” para outros tipos de crédito. “Esse financiamento terá a preferência do mercado e não será concedido apenas em situações onde não há convênio ou onde há um mau pagador. Só então outras linhas terão espaço na oferta”, acredita o executivo da fintech com foco em consignado.

Náufel estima um crescimento de dois dígitos para a fintech em 2017, diante das possibilidades de expansão nessa linha de crédito. “Só esperamos pelas iniciativas do governo”, complementa.

Crise fiscal – Apesar de as perspectivas serem de que, com a concretização das medidas econômicas do governo, o crédito como um todo seja impulsionado no País, a opção pelo consignado, na outra ponta, pode demorar um pouco para gerar resultados mais significativos.

Segundo Kohler, da Access, diante do cenário de crise fiscal dos estados, principalmente no Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais, esse tipo de financiamento só melhora no final deste ano. “Com a retomada econômica, os bancos devem voltar a conceder o consignado nesses estados, mas muito provavelmente isso só seja visível no começo de 2018″, conclui Kohler.

Fonte: Ibrafi


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